quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Coleção Pinacoteca

O artista Murilo Pagani elaborou uma linha especial de cadernos para o Café com Letras.
As peças são únicas, por isso corra se quiser adquirir o seu.

Elaborados especialmente para o Café com Letras, os cardenos da Coleção Pinacoteca foram desenvolvidos pelo artista Murilo Pagani. Ele utilizou de técnicas de encadernação usadas nos livros da idade média. Mas o destaque mesmo vai para as capas que são pinturas de grandes artistas. Na contra capa de cada caderno, a história sobre as artes que ilustram as capas.



Especificações:

Formato A5 (22 x 15cm) com 96 folhas.
Miolo em papel 90g/m2, aprovado pelo Programa Brasileiro de Certificação Florestal.

Ficou interessado?
Então corra, pois as peças são únicas e limitadas. (31) 2555-1610.

domingo, 24 de outubro de 2010

Palestra inspiradora sobre a relação do artista com o processo de criação.
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Faça sua opção de tradução no idioma desejado.

sábado, 23 de outubro de 2010

Show



Let the show begin
It's a sorry sight
Let it all deceive
Now I'm
Pains in me that I've never found

Let the show begin
Let the clouds roll
There's a life to be found in this world
And now I see it's all but a game
That we hope to achieve
What we can
What we will
What we did suddenly

But it's all just a show
A time for us and the words we'll never know
And daylight comes and fades with the tide
And I'm here to stay

But it's all just a show
A time for us and the words we'll never know
And daylight comes and fades with the tide
I'm here to stay

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Impenitência

Vivem em mim todos os Pecados Capitais.
Avareza, Gula, Inveja, Ira, Luxúria, Preguiça e Soberba.
Banqueteio com eles, durmo com eles, regozijo com eles.
Não há Virtude que os combata ou expulse de mim.

Também burlei quase todos os dez mandamentos.
Os que não infringi estão passíveis de sê-lo.
Por uma condição essencialmente amoral do meu ser.
Não há braço da Lei que me alcance.

Chapinho na lama secular.
Degrado meu corpo, minha alma, meu espírito.
Caio gargalhando de desgraça em miséria.
Não há mão que se estenda para meu amparo.

Do Mal que há em mim sei o segredo mais sórdido.
Na Escuridão que há em mim qualquer fulgor é corrompido.
E o mais grave: Eu minto. Minto sempre.
Eu minto mesmo quando digo a Verdade.


Oya (Oiá) é a divindade dos ventos, das tempestades e do rio Níger que, em iorubá, chama-se Odò Oya. Foi a primeira mulher de Xangô e...